Míssil Hipersônico: O potencial tenebroso da tecnologia russa

Míssil Hipersônico russo

Míssil Hipersônico: O potencial tenebroso da tecnologia russa


O míssil hipersônico foi utilizado pela primeira vez na história durante a atual guerra dos Russos contra os Ucranianos. E eles já se tornaram um verdadeiro pesadelo para os adversários.

Embora todos já estejam acostumados a ver informações sobre mísseis supersônicos sendo empregados em guerra, o míssil hipersônico é completamente diferente.

O grande diferencial desse armamento é a sua velocidade, ele pode atingir até 5 vezes a velocidade do som, e estes números fazem toda diferença durante uma guerra. Tamanha velocidade é capaz de burlar radares, portanto ele se torna basicamente ”invisível” e destrói seus alvos ignorando qualquer obstáculo ou sistema de defesa.

 

Os russos chamam este armamento de Khinzal, que significa mais especificamente ‘’Punhal’’. É curioso destacar que este tipo de armamento foi desenvolvido pelos russos antes mesmo do que os americanos. E passaram a ser o orgulho bélico dos russos no século 21.

Inúmeros países tentam desenvolver esta tecnologia, pois a velocidade dos ataques é um ponto crucial durante uma guerra, principalmente nos confrontos de longa distância onde os mísseis comuns podem ser interceptados pelos sistemas de defesa.


Míssil hipersônico: O trunfo dos russos

Putin afirma que unindo a tecnologia hipersônica com os carregamentos nucleares seria possível armar o maior de todos os potenciais de guerra. 

Um míssil continental que viaja com uma velocidade tão absurda unida com suas tecnologias de desvio de trajetória se tornam um verdadeiro terror para os países adversários da Rússia.

Até o momento os mísseis hipersônicos foram utilizados sem explosivos nucleares, mas ainda assim já foram o suficiente para causar danos irreparáveis aos ucranianos.

Muito provavelmente o número de países que utilizam essa tecnologia irão aumentar com o tempo, levando-se em conta o diferencial que estes armamentos trazem durante um confronto entre potências bélicas.


Fonte: 

Fatos Militares

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