Dez lições de Sun Tzu que seus opositores esperam que você não saiba

lições de Sun Tzu

Dez lições de Sun Tzu que seus opositores esperam que você não saiba


A Arte da Guerra de Sun Tzu é um dos livros mais respeitados do mundo sobre estratégias.

Embora este clássico da literatura chinesa tenha sido compilado há mais de 2.000 anos, ainda há muitas coisas que nós sobrevivencialistas podemos aprender com ele.

Famoso pela obra A Arte da Guerra, Sun Tzu foi um filósofo e estrategista chinês que mostrou, na prática, como ser bem sucedido utilizando recursos mínimos.

Sun Tzu foi um filósofo e estrategista chinês que mostrou, na prática, como ser bem sucedido utilizando recursos mínimos.

Para trazer uma apresentação inicial sobre o tema e apresentar algumas joias da sobrevivência, faço uso do texto de Larry Kim, fundador da empresa Wordstream, escrito originalmente em inglês e traduzido e adaptado livremente por mim para a língua portuguesa.

OBS: Independente das questões éticas e sociais, lembro-lhes que aqui estão expostos conceitos originariamente de guerra, de outra cultura e outra época. Os usos destes conceitos são de responsabilidade de cada um. Deixo as questões morais e as sensibilidades relativas ao politicamente correto de acordo com a mentalidade de cada leitor. Solicito também que não se façam julgamentos prévios de valor, já que as verdades de cada ser humano só competem a cada indivíduo.


1. Sempre que há uma questão de vida ou morte, há um caminho para a segurança e outro para a ruína.
Aqui, Sun Tzu está dizendo que quem tem estratégias e planos alternativos está melhor equipado para lidar com conflitos do que aqueles que nunca pensaram em construir nenhum plano. Os que podem vir a ser bem sucedidos são justamente os que estão preparados para a mudança e para agir quando necessário. Aquele que tem as ferramentas, o treinamento e a flexibilidade, tem condições de mudar de direção quando tal se justifique. Você não pode executar nada fora de sua rotina se você não tem um plano bem elaborado para te guiar nas possibilidades deste novo caminho.

2. Se as circunstâncias forem favoráveis, deve-se modificar os próprios planos.
Mesmo que você se planeje para qualquer eventualidade, a flexibilidade é fundamental. É preciso reconhecer quando a mudança é necessária. Isso pode ser particularmente difícil, já que muitas das vezes parece mais sensato manter o curso. A falta de visão ou de vontade de mudar também pode ser um erro que pode custar caro.

3. Quando só podemos ser salvos da destruição lutando, esse é um momento de desespero.
Sun Tzu era bom em escolher suas batalhas e ele preferia sempre as que tivessem perdas mínimas. Esta lição é criticamente importante para esta nossa era da Internet e de constante imediatismo. As pessoas esperam, desejam, querem, precisam de respostas quase que imediatas. No entanto, o melhor curso de ação geralmente não é a reação automática, mas sim uma resposta pensada com cuidado e bem planejada. Convenhamos, em algumas situações inusitadas e não imaginadas não podemos mesmo garantir uma resposta “pronta”. Imagine que quando alguém leva um tiro, uma contra ação imediata se faz necessária e o resultado será bem ou mal sucedido na exata medida da reação (física ou emocional) ou do preparo dos envolvidos.

Mas na maioria dos caso é sempre bom dar um passo para trás, avaliar a situação e planejar antes de lutar ou reagir. E lembre-se: tem vezes que enfrentar algo de frente pode também não ser uma boa resolução, daí que repensar e refazer uma estratégia melhor poderá garantir uma campanha mais bem sucedida.

Treine. Esteja sempre preparado para a luta. Mas evitar uma luta também poderá salvá-lo!

4. Em campo aberto, não tente bloquear o caminho do inimigo. Se as estradas se cruzarem, juntar as mãos com os seus inimigos.
Muitas das vezes você pode ser tentado a atacar diretamente um ofensor. Um ataque frontal sobre o seu oponente pode sair pela culatra, portanto, encontre caminhos mais criativos para enfraquecê-lo. Eventualmente você pode até encontrar outras pessoas com quem você pode unir forças, geralmente um antipatizante de seu opositor. Tire vantagem disso.

5.  Se você se sentir seguro em todos os pontos sobre seu antagonista, prepare-se para ele. Se ele está acima ou com força superior, evite-o.
Se seu opositor estiver vindo até você, é porque ele está seguro de si e deve ter tudo em ordem. Dai que não é um bom momento para você, pois você não conseguirá encontrar uma fraqueza para atacar ou usar em sua defesa. Quando um competidor é muito mais forte do que você para você ter uma vantagem, não é o momento de atacar ou mesmo pôr-se no radar dele.

6. Se seu adversário está em vantagem, dê-lhe descanso.
O momento em que seus concorrentes se sentirem seguros, eles aproveitarão para se reagrupar e/ou se recuperar. E é justamente essa a hora de partir para o ataque. Isto pode não significar enfrentá-los diretamente, mas não “amoleça”, verifique alguma facilidade se eles não estiverem em plena ação. Se você ainda estiver forte, use a necessidade de descanso do opositor para seu benefício.

7. Livre-se dos presságios, acabe com as dúvidas supersticiosas.
Temos mais dados à nossa disposição do que jamais tivemos. Se você ainda está baseando suas decisões em instintos e sentimentos pessoais, você está fadado a falhar. Não “ache isso ou aquilo”, investigue! Para fazer ciência só precisamos de percepção, observação, coleta de dados, análise e conclusão. E páhhhhh, você sai na frente do seu opositor

8. Rapidez é a essência da guerra
Aproveite o despreparo de um ofensor, faça rotas ou movimentos inesperados, ataque pontos desprotegidos. Chegue antes de seus oponentes. Assista aos seus concorrentes lutarem para alcançá-lo. Mine as energias deles: deixe-os preocupados com o que você está fazendo. Não é uma posição melhor do que ser o perseguido?

9. Use os vencidos para aumentar sua força.
Quando você vence um oponente, você leva tudo o que poderia para usar a seu favor? Uma estratégia interessante é buscar não só despojos de guerra, mas também aqueles que foram perdedores para este MESMO OPONENTE e fazê-los cair em suas graças. Juntos, vocês formarão uma oposição mais consistente.

10. Não há benefícios com uma guerra prolongada.
Isto é especialmente real em muitos aspectos. Aprenda a reconhecer as oportunidades para atacar de forma inteligente e eficiente. Poupe-se para os embates que se mostrarem ser duradouros. Há muitas táticas que se devem aprender neste caso, mas gestão de interesses e de conflitos e táticas de competição ou sobrevivência são artes tão antigas quanto o tempo.

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Tradução independente e livre adaptação de Moni Abreu a partir do texto “10 art of war lessons your competitors hope you don’t know. 10 Reasons You Should Dust Off ‘Art of War’– and Read It” de Larry Kim, da WordStream


Fonte: 

A Sobrevivencialista

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