A Bomba EMP - Intenso Ataque Eletromagnético

 

Bomba EMP

EMP - Arma capaz de destruir circuitos


Já imaginou uma bomba que explode e não fere ninguém, mas afeta 90% de um país do tamanho dos Estados Unidos mesmo assim? Isso é o que pode causar um ataque eletromagnético - atingir as estações elétricas e o sistema de comunicações antes de afetar as pessoas.


Bomba de pulso eletromagnético é ameaça real

Pode parecer enredo de ficção científica catastrófica, mas o perigo é bem real. Tanto que dois especialistas em segurança nuclear produziram um extenso documento a pedido do governo norte-americano e apresentado ao congresso do país relatando o risco. Para eles, o risco de a Coreia do Norte realizar um ataque desse tipo é uma "ameaça existente".


"Armas de super-EMP são de baixo rendimento e projetadas não para produzir uma grande explosão cinética, mas sim um alto nível de raios gama, o que gera uma alta frequência de pulso eletromagnético afetando grande variedade de eletrônicos", relata o documento norte americano.



O que é a bomba de pulso eletromagnético?

Também chamados de EMP por conta da sigla em inglês, esse tipo de ataque tem como alvo a rede de eletricidade. "Desde 1962, os americanos já sabem que, quando se explode uma bomba nuclear a uma altitude de 500 quilômetros, ela gera o que chamamos de pulso eletromagnético", explicou ao VIX Ricardo Magnus Osório Galvão, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC).


Para se ter uma noção de efeito prático, se você passar de carro com o rádio ligado na frequência AM abaixo de uma rede de transmissão, como aqueles grandes postes de eletricidade nas estradas, ouvirá um barulho interferindo no som do automóvel. "Esse ruído é uma interferência eletromagnética de baixíssima frequência", exemplifica Galvão.


Efeitos práticos de um ataque eletromagnético

Um ataque desse tipo significa que, no primeiro momento, essa bomba não mata ninguém. Mas pelo fato de a EMP agir como se fosse um raio enorme se propagando por todos os circuitos e sistema de controle, segundo Galvão, ela imediatamente causaria um apagão em todo o território alvo.


A grande ameaça atual é que todos os sistemas da Terra são eletrônicos. Após um país ser atacado eletromagneticamente, não haveria nenhum meio de apertar qualquer botão para contra-atacar o inimigo com mísseis ou outras bombas.


Escritórios governamentais de segurança, hospitais, escolas e cidades inteiras sem luz, internet ou telefone de uma hora para outra. Se, a princípio, o ataque não fere nenhuma pessoa, os efeitos secundários são caóticos.


Diferença entre bomba EMP e nuclear

Ricardo Magnus explica que a bomba de pulso eletromagnético é uma bomba nuclear comum que já ouvimos falar em outros ataques. A diferença dos efeitos é a altura em que ela explode. 


"Se uma bomba atômica for lançada a 400 quilômetros de altitude no Polo Sul ou Norte, o campo magnético da Terra pode propagar o pulso até os Estados Unidos", exemplifica.


Ou seja: se a bomba de Hiroshima tivesse explodido a centenas de quilômetros de altura, teria propagado um pulso eletromagnético no Japão inteiro.


Um cálculo feito por especialistas internacionais afirma que uma bomba nuclear explodida a 473 quilômetros de distância do solo, tendo como alvo os Estados Unidos, atingiria 100% país, além de boa parte do México e Canadá, como mostra a imagem abaixo, que traz a circunferência de impacto de acordo com a altura da explosão. 


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China e outros países estão fabricando bombas que podem eliminar 90% da população mundial


Às vezes chamadas de armas de sexta geração, essas armas podem gerar poderosos raios gama e outras radiações que se propagam muito rapidamente.


Um estudo publicado recentemente pelo Congresso dos Estados Unidos afirma que China, Rússia, Irã e Coreia do Norte estão desenvolvendo armas poderosas que não matam diretamente as pessoas, mas que podem incapacitar a infraestrutura crítica de manutenção da vida e fazer com que populações inteiras morram com o passar do tempo.


O estudo, intitulado “Nuclear EMP Attack Scenarios and Combined-arms Cyber Warfare” (Cenários de um ataque nuclear EMP e guerra cibernética com armas combinadas), foi escrito em julho de 2017 pelo Dr. Peter Vincent Pry, especialista em segurança nacional e diretor do Fórum de Estratégia Nuclear dos Estados Unidos, uma junta consultiva do Congresso. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos não autorizou a divulgação até julho de 2018.


O relatório foi publicado pela primeira vez na semana passada, de acordo com o Washington Free Beacon.


Armas nucleares podem gerar pulsos eletromagnéticos (EMP). Mas as bombas EMP, às vezes chamadas de armas de sexta geração, podem gerar poderosos raios gama e outras radiações que se propagam muito rapidamente. A radiação interage com os átomos de oxigênio e nitrogênio no ar para gerar um pulso eletromagnético extremamente forte. Esses pulsos podem danificar todos os equipamentos elétricos e eletrônicos dentro do raio de ação da bomba.


Enquanto isso, uma bomba super-EMP, também conhecida como EMP nuclear, causa uma explosão nuclear através de radiação eletromagnética, segundo o estudo.


Os efeitos de uma bomba EMP são nocivos em todo o seu campo. Por isso, especialistas dos Estados Unidos chamam de “guerra de apagões” um cenário em que essas armas são empregadas, de acordo com o estudo do Congresso.


Além disso, não é necessário precisão para lançar uma bomba EMP, pois a cobertura do campo é muito extensa. Uma bomba EMP detonada a 30 quilômetros cobre um raio de cerca de 600 quilômetros.


Quando o dispositivo detona a 400 quilômetros, o raio chega a 2.200 quilômetros, grande o suficiente para cobrir uma área do tamanho da cidade de Nova Iorque até São Francisco.


Depois que a bomba EMP é detonada, ela gera um efeito potencialmente catastrófico, danificando redes elétricas, sistemas de computador e sistemas eletrônicos, incluindo aqueles usados pelo exército, além das infraestruturas críticas, como redes de telecomunicações, oleodutos, bancos e sistemas de saneamento.


Com os sistemas eletrônicos desativados, os acidentes industriais induzidos pelo EMP podem causar explosões e incêndios generalizados. Quando as usinas químicas explodem, as nuvens tóxicas geradas poluem o ar, a água e a terra. Além disso, os reatores de energia nuclear ficam sem energia de emergência em questão de dias e então explodem, espalhando radioatividade em áreas próximas, prevê o estudo.


Sem ar respirável e água potável, as pessoas começam a morrer após um período de tempo.


“Em um ano, como alguns especialistas em EMP alertaram há mais de uma década, 9 em cada 10 americanos terão morrido de fome, doenças e colapso social”, diz o estudo. “Os Estados Unidos da América deixarão de existir.”


O estudo descreve cenários hipotéticos em que os agressores nucleares lançam bombas EMP: a Rússia ataca a Europa; China ataca Taiwan; Irã ataca o Oriente Médio; e a Coreia do Norte ataca o Japão. O estudo também apresenta cenários em que esses quatro países atacam a América do Norte.


Para atacar a América do Norte, esses países podem usar uma ampla gama de métodos para lançar uma bomba EMP: “um satélite, um míssil de longo alcance, um míssil de alcance médio ou curto lançado de um cargueiro, alguns tipos de mísseis de cruzador e mísseis anti-navio, um avião de caça ou algum tipo de avião de passageiros, até mesmo um balão meteorológico”, diz o estudo.


O estudo ressalta que as autoridades “totalitárias e autoritárias” estão construindo bombas super-EMP neste momento, mas não deram um prazo estimado para sua conclusão.



Fonte:

Vix

Epoch Times


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