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8 VEZES EM QUE A GRÃ-BRETANHA FOI INVADIDA COM SUCESSO

GRÃ-BRETANHA FOI INVADIDA



8 VEZES EM QUE A GRÃ-BRETANHA FOI INVADIDA



Além de romanos e saxões, outros povos invadiram o território britânico e obtiveram sucesso em suas conquistas



Existe um mito de que a Grã-Bretanha só foi invadida com sucesso três vezes — pelos romanos, pelos saxões e pelos normandos. Quatro vezes, se contarmos a ocupação nazista da ilha de Guernsey durante a Segunda Guerra Mundial. Na verdade, não é bem assim.
Confira as 8 vezes em que a Grã-Bretanha foi invadida com sucesso — quando um líder ou grupo militar foi capaz de cumprir seu objetivo nas ilhas britânicas.

1. Invasão Romana

Em 43 d.C., os romanos desembarcaram pela primeira vez nas margens de Kent — isso sem contar os esforços de Júlio César, um século antes. A conquista do território britânico terminou em 84 d.C., ao fim da campanha conduzida pelo governador romano Cneu Júlio Agrícola.
A resistência foi feroz e duradoura: foram necessários seis imperadores, nove campanhas militares e quatro décadas para subjugar totalmente a Inglaterra e o País de Gales. A conquista levou a mais de três séculos de domínio romano, período durante o qual a cultura britânica foi em grande parte alterada.

2. Revolta Carausiana

No fim do terceiro século, Roma estava em declínio e a Grã-Bretanha sofria ataques de piratas saxões. Foi quando Caráusio, um comandante da Classis Britannica, uma das frotas da marinha romana, se declarou imperador da Britânia e do norte da Gália.
Caráusio se tornou um clássico populista, chamando a si mesmo de “o restaurador da Grã-Bretanha”. Seu governo durou sete anos. Até que seu assessor financeiro de longa data, Allectus, organizou o assassinato de Caráusio, em 293. Três anos depois, a Britânica foi reconquistada pelo imperador romano Constâncio I e o comandante Júlio Asclepiodoto.


3. O Grande Exército Viking

Também conhecida como O Grande Exército Pagão, a coalização de guerreiros nórdicos — originalmente da Dinamarca e Noruega — desembarcou na Anglia Oriental em 865 e passou a utilizar táticas de ataques-relâmpago a centro de riquezas, como mosteiros. Mas o objetivo dos vikings era se estabelecer no território britânico.
Em 14 anos, o Grande Exército Viking dominou os quatro reinos que formavam a Inglaterra. Eles só foram interrompidos após a Batalha de Edington, travada contra o rei Alfred, de Wessex, que levou a um acordo. Guthrum, um dos reis vikings, concordou em tornar-se cristão, e os pagãos mantiveram o controle de uma parte do norte e leste da Inglaterra, chamada de Danelaw. O domínio viking da região durou quase 100 anos, e terminou com a morte do último rei viking de York.

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4. Conquista normanda

No século 11, um exército liderado pelo duque Guilherme II da Normandia — mais tarde Guilherme, o Conquistador — invadiu e ocupou o Reino da Inglaterra. Guilherme reivindicava o trono inglês devido à sua relação com o rei Eduardo, o Confessor.
Eduardo, que não tinha filhos, morreu em 1066 e foi sucedido pelo cunhado, Harold II. Ao saber do desembarque de Guilherme no sul da Inglaterra, Haroldo foi enfrentá-lo. Os dois exércitos se confrontaram em 14 de outubro de 1066, na Batalha de Hastings, e as forças de Guilherme se saíram vitoriosas.
Guilherme levou à Inglaterra o sistema feudal, que veio a definir o reino durante a Idade Média e não foi abolido até 1600, quase 600 anos após a invasão normanda.

5. Matilde e Henrique II

Escolhida para suceder o pai, o rei Henrique I, Matilde viu seu primo Stephen ganhar mais apoio para subir ao trono. O impasse gerou uma guerra civil que durou 15 anos — no fim, Matilde foi expulsa de Londres e foi para a Normandia em 1148.
Em 1153, o filho de Matilde, Henrique II, que até então governava reinos franceses, voltou sua atenção para a Inglaterra. Então, ele navegou pelo rio Avon com seu exército e encontrou o exército do rei Stephen. No entanto, ambos os lados queriam paz e se recusaram a lutar.
Henrique II continuou buscando apoio e ameaçando o trono, até que Stephen admitiu a derrota e concordou em adotar Henrique como seu herdeiro. Stephen morreu pouco mais de um ano depois, em outubro de 1154, e Henrique subiu ao trono. A guerra civil terminou e Henrique II foi o rei da Inglaterra por 35 anos.


6. Isabel da França e Roger Mortimer

Esposa do rei Eduardo II e Rainha Consorte da Inglaterra, Isabel teve um relacionamento saudável com o marido. Até que Eduardo passou a ser controlado pelo lorde Hugo Despenser e sua família, que usava sua relação com o rei para ganhar poder e autoridade.
Isabel, que não tolerava Despenser, passou a se desentender com o marido. Em 1325, ela viajou para a França, alegando estar em uma missão diplomática. Lá, começou a ter um caso com o conde Roger Mortimer, com quem planejou depor Eduardo II e a família Despenser. Isabel retornou à Inglaterra em 1326, com um pequeno exército mercenário. As forças de Eduardo II desertaram e Isabel conseguiu depor o marido, tornando-se regente do filho, Eduardo III.
No entanto, em 1330, aos 18 anos, Eduardo III tomou o poder à força e executou Mortimer por traição. Isabel não foi punida e viveu fora da corte do filho, sob certo conforto, até sua morte, em 1358.


7. Ataque espanhol em Mount’s Bay

Em 23 de julho de 1595, durante a Guerra Anglo-Espanhola, um pequeno exército espanhol de 400 homens desembarcou em Cornwall. Os soldados bombardearam a cidade de Mousehole, seguiram para a Mount’s Bay e queimaram a vila de Newlyn.
Quando estavam a caminho da cidade de Penzance, foram confrontados pelos ingleses. Ameaçados pelos navios espanhóis, que planejavam cercá-los, os soldados locais fugiram. Penzance foi saqueada e cerca de 400 casas foram destruídas. Logo depois, os espanhóis realizaram uma missa nas proximidades — e prometeram construir uma igreja no local.
Os soldados ingleses planejavam um grande ataque aos invasores, mas eles partiram em 4 de agosto. O episódio preocupou a rainha Elizabeth I, e o governo agiu rapidamente para reforçar as defesas. O ataque foi a única vez, durante toda a guerra, em que os espanhóis conseguiram invadir a Inglaterra.


8. Batalha de Medway

Em 9 de junho de 1667, a frota holandesa, sob o comando do almirante Michel de Ruyter, subiu o rio Medway até a principal base naval da Inglaterra, em Chatham , onde queimaram três grandes navios e dez navios menores.
Além disso, os holandeses tomaram o HMS Unity e o grande orgulho da Marinha Real Britânica, o HMS King Charles.
A batalha, que durou cinco dias, é considerada a pior derrota dos ingleses em confrontos navais. Humilhada, a marinha inglesa perdeu três de seus quatro grandes navios — o outro, HMS Royal Sovereign, só foi poupado porque estava no porto de Portsmouth na ocasião.


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