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EE-11 Urutu

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EE-11 Urutu é um VBTP, fabricado no Brasil pela Engesa, em serviço desde 1970.

O desenvolvimento do blindado de transporte de pessoal EE-11 Urutu começou em 1970. O primeiro protótipo foi construído no mesmo ano. A produção do EE-11 Urutu começou em 1974. Inicialmente produzido para as forças armadas brasileiras, logo o EE-11 Urutu foi exportado para a Bolívia, Chile, Colômbia, Chipre, Equador, Gabão, Iraque, Líbia, Marrocos, Uruguai e Venezuela. Cerca de 1.500 veículos deste tipo foram construídos.

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Este blindado de transporte de pessoal tem duas camadas de blindagem. A camada externa é feita de aço duro, enquanto que a armadura interna apresenta maior viscosidade. O motor montado na frente também aumenta a proteção passiva para os ocupantes. A frente do casco fornece proteção contra munições perfurantes, enquanto a proteção em geral é contra projéteis de armas leves, estilhaços de minas e fragmentos de artilharia. O EE-11 Urutu é equipado com um sistema automático de supressão de fogo, porém o sistema de proteção NBC era apenas facultativo .
O EE-11 Urutu é armado com uma única metralhadora de 12,7 mm, montada sobre o teto. Há um número de variantes do EE-11 equipado com várias torres e diferentes tipos de armamento.
O EE-11 tem uma tripulação de um piloto e pode transportar de 12 a 14 soldados totalmente equipados. Tropas entram e saem do veículo através de portas laterais ou traseiros, ou pelo teto do veículo. Há um número de portas fogo fornecida.

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Desenvolvidos pela Engesa, o Urutu e o Cascavel foram grandes sucessos de exportação. Os dois veículos possuem muitos componentes em comum e utilizam a suspensão Engesa Boomerang. O Urutu é um blindado leve e com capacidade anfíbia. Recebeu diferentes equipamentos de acordo com as necessidades dos clientes.
Atualmente, o Exército Brasileiro está desenvolvendo um programa de modernização destes veículos, de modo a estender sua vida útil, pois sua blindagem era fraca demais para suportar munição perfurante moderna para fuzil. Um exemplo desta deficiência ocorreu no Haiti há alguns anos atrás, quando uma bala perfurou a lataria do Urutu e feriu um militar brasileiro na mão.
Países como Chile, Jordânia e Iraque, já desativaram seus Urutus. Os mais novos Urutus possuem cerca de 15 anos de uso. Mas em 2006, outras 6 unidades inacabadas foram adquiridas pelo Exército Brasileiro. A média de uso destes veículos, no exército brasileiro, é superior a 30 anos.
O veículo será sucedido pelo Guarani, unidade modernizada. O governo brasileiro já encomendou 2.044 destas novas viaturas junto à empresa Iveco.



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 Urutu utilizado pela MINUSTAH no Haiti.

Desenvolvidos pela Engesa, o Urutu e o Cascavel foram grandes sucessos de exportação. Os dois veículos possuem muitos componentes em comum e utilizam a suspensão Engesa Boomerang. O Urutu é um blindado leve e com capacidade anfíbia. Recebeu diferentes equipamentos de acordo com as necessidades dos clientes.

Atualmente, o Exército Brasileiro está desenvolvendo um programa de modernização destes veículos, de modo a estender sua vida útil, pois sua blindagem era fraca demais para suportar munição perfurante moderna para fuzil. Um exemplo desta deficiência ocorreu no Haiti há alguns anos atrás, quando uma bala perfurou a lataria do Urutu e feriu um militar brasileiro na mão.

Unidades Entregues:
  •  Angola - 24
  •  Bolívia - 12
  •  Brasil - 223
  •  Chile - 37
  •  Colômbia - 56
  •  Emirados Árabes Unidos - 132
  •  Equador - 32
  •  Gabão - 11
  •  Iraque - 148
  •  Jordânia - 82
  •  Líbia - 40
  •  Paraguai - 12
  •  Suriname - 16
  •  Tunísia - 18
  •  Venezuela - 38
  •  Zimbabwe - 7



Versões:
Além da versão de transporte de tropa, também foram desenvolvidas versões para outras funções:
  • Porta morteiro - Apoio de fogo com um morteiro de 81mm acompanhando forças motorizadas.
  • Míssil-anticarro - Com canhão de 25mm e um lançador de míssil anticarro.
  • Apoio de fogo - Com a mesma torre de 90mm do blindado Cascavel, podia ainda transportar seis soldados, além da tripulação.
  • Antiaéreo - Com torre de dois canhões de 20mm ou um canhão de 25mm e radar.
  • Carro-oficina - Veículo de socorro, usando o mesmo chassi, pode acompanhar facilmente a coluna de blindados.
  • Antimotim - Também chamada de bigode, é adicionada uma prancha antibarricada na frente do veículo e lançadores fumígenos.
  • Ambulância - Equipada com macas e aparelhagem para primeiros-socorros.
  • Carro-comando - Permite ao comandante acompanhar a coluna blindada em seus deslocamentos e ter seu centro de operações dentro do próprio veículo.



Especificações
Peso13 000 kg
Comprimento6,1 m
Largura2,6 m
Altura2,9 m
Tripulação2 homens (motorista e comandante) e até 12 soldados
Blindagem do veículo6 a 12 mm
Armamento
primário
1 metralhadora 12,7mm Browning M2
Armamento
secundário
4 lançadores de granadas de fumaça
MotorMercedes-Benz diesel nacional ou Detroit Diesel nacional V-6
260cv ou 190cv
Peso/potência20.000
Suspensão6x6 Boomerang
Alcance
Operacional
850 km
Velocidade105 km/h estrada, 75 km/h terra e 8 km/h água

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