Header Ads

ad

A arma que matou Kennedy


Esta é a arma que foi utilizada para assassinar o Presidente norte-americano JFK em Dallas - EUA, em novembro de 1963. Trata-se de um fuzil italiano da marca Paraviccini-Carcano modelo M91TS em calibre 6,5×52mm e dotado de mira telescópica.

A arma

Esse fuzil foi adotado pelo exército italiano em 1891, juntamente com a munição sem borda de calibre 6,5x52 mm. O rifle foi desenvolvido pela equipe, liderada por M. Carcano, sob a supervisão da comissão governamental, liderada pelo general Paraviccini, no arsenal do estado de Terni e tem mais outras duas versões


Ficha técnica:


Exemplar igual ao utilizado no crime e sem luneta.


Calibre
6,5x52 mm
Comprimento total da arma
952 mm
Comprimento do cano
450 mm
Peso (vazio)
3,4 kg com baioneta integral
Capacidade6 munições

O crime





Às 11.40 o Air Force One aterra no aeroporto Dallas Lovefield, depois de um curto voo que fez de Fort Worth. A comitiva presidencial põe-se em marcha para o centro de Dallas. Durante o trajeto a comitiva tem que realizar várias paradas para que o presidente saudasse as pessoas.



Às 12.30 entra na Praça Dealey e avança pela rua Houston, e nesse momento leva 6 minutos de atraso. Na esquina das ruas Houston e Elm, a comitiva deve realizar uma volta de 120º para a esquerda, o que obriga à redução da velocidade da limusine.

Depois de passar pela Elm Street fica em frente ao edifício de um depósito de livros escolares do Texas, com uma distância de 20 metros.

Logo a seguir, ao passar pelo armazém ouviu-se o primeiro disparo dos três que alegadamente faria Lee Harvey Oswald. Calcula-se que nesse momento a comitiva ia a uma velocidade de 15 km/h. A Comissão Warren concluiu posteriormente que um dos três disparos não atingiu o automóvel. Quase todos estão de acordo que Kennedy recebeu dois disparos e que o terceiro disparo, que o atingiu na cabeça, foi o mortal.

O primeiro disparo foi desviado por uma árvore e fez ricochete no cimento, chegando a ferir a testemunha James Tague. 3,5 segundos depois, dá-se o segundo disparo, que chega a Kennedy por trás e sai pela sua garganta, ferindo também o governador do Texas, John Connally. O presidente deixa de saudar o público e a sua esposa o encosta no assento. O terceiro disparo ocorre 8,4 segundos depois do primeiro disparo, precisamente quando o automóvel passava em frente da pérgula John Neely Bryan, feita de cimento. Quando o terceiro disparo atingiu a cabeça de Kennedy, Jaqueleen Kennedy reagiu saltando para a parte traseira do veículo. Clint Hill, agente do serviço secreto, conseguiu alcançar a mala do carro na tentativa de ajudar o presidente.

Um cidadão de nome Abraham Zapruder, que filmava a comitiva presidencial, conseguiu captar em seu filme o momento em que Kennedy é atingido pelos disparos. Este filme é parte do material que a Comissão Warren utilizou na sua investigação do assassinato.

Outros feridos

O Governador do Texas John Bowden Connally, ia no mesmo veículo logo à frente do presidente e também foi gravemente ferido mas sobreviveu. A sua ferida ocorreu quase em simultâneo com o primeiro disparo que atingiu Kennedy (teoricamente como resultado da mesma bala, pelo que esta é conhecida como a "teoria da bala mágica", emanada pela Comissão Warren, embora isto não seja geralmente admitido sem polêmica). Supostamente, a ação da sua esposa de se dirigir para ele e fazê-lo cair sobre as suas pernas ajudou a salvar a sua vida dado que evitou em grande parte o pneumotórax. James Tague, um espectador e testemunha do crime, também ficou com uma pequena ferida na parte direita da face. Estava situado 82 m à frente do local onde Kennedy foi atingido.

Kennedy é declarado morto



Às 13.00 CST (19:00 UTC), a equipe médica do Parkland Hospital declarou oficialmente a morte do presidente Kennedy, com parada cardíaca, tendo-lhe sido administrada a extrema unção. "Não tivemos nenhuma esperança de salvar a sua vida", declararam os médicos. A morte de Kennedy foi oficialmente anunciada às 13.38 CST (19.38 UTC). O governador Connally foi operado duas vezes de urgência nesse dia.

Autópsia

Depois da chegada do avião presidencial (Air Force One) à Base Aérea de Andrews, nos arredores de Washington, DC, o corpo de Kennedy foi trasladado para o Hospital Naval de Bethesda para autópsia.

A autópsia foi realizada por três médicos da Marinha com 30 oficiais militares como testemunhas. Dois agentes reformados do FBI que estavam presentes declararam que Kennedy tinha uma grande ferida no lado direito da cabeça, outra de aproximadamente 14 cm acima do lado direito da coluna, e uma terceira ferida no lado anterior da garganta perto lo limite inferior do "pomo de Adão" (a Comissão Warren deu a mesma informação). O relatório do FBI sobre a autópsia foi realizado pelos agentes especiais Sibert e O'Neill. Várias fotos e radiografias foram feitas durante a autópsia (algumas delas desapareceriam dos relatórios oficiais).

O Funeral




Depois da autópsia no Hospital Naval de Bethesda, o corpo de Kennedy foi preparado para o enterro e trasladado para a Casa Branca, tendo sido exposto na Sala Este durante 24 horas. No domingo seguinte ao crime, coberto com a bandeira dos EUA, foi trasladado para o Capitólio para uma visita pública. Nesse dia e noite, centenas de milhares de pessoas visitaram o féretro.

Representantes de 90 países, incluindo a União Soviética, assistiram ao funeral em 25 de Novembro (terceiro aniversário do seu filho JFK Jr.). Depois do funeral, realizado na Catedral de St. Matthew, foi trasladado em carruagem de cavalos para o Cemitério de Arlington, onde foi enterrado.



O funeral foi oficiado pelo arcebispo de Boston, Richard Cardinal Cushing, amigo pessoal de Kennedy, que tinha casado John e Jacqueline, batizado os seus dois filhos e oficiado o funeral do seu filho Patrick (falecido quinze semanas antes do pai).

O assassino

O assassino Lee Harvey Osvald


Lee Harvey Oswald (18 de Outubro, 1939 – Dallas (Texas) , 24 de Novembro, 1963) foi, de acordo com quatro investigações do governo dos Estados Unidos da América, o assassino do presidente dos Estados Unidos da América John F. Kennedy, que ocorreu no dia 22 de Novembro de 1963. Críticos da versão oficial alegam que Oswald não cometeu tal ato sozinho, ou que não estava envolvido no crime, sendo a sua participação uma fraude. No entanto, nenhum suspeito alternativo plausível emergiu das investigações. Recentemente, exames balísticos feitos com a ajuda de computadorização gráfica provaram ser perfeitamente possível o assassinato de Kennedy conforme a versão oficial, não havendo contradição alguma quanto à trajetória da bala e aos padrões dos ferimentos no presidente ou qualquer outra evidência que possa provar o contrário dos fatos conforme noticiados à época.

Segundo a Comissão Warren (1964), Lee Oswald teria sido o único autor dos disparos que provocaram a morte do Presidente John F. Kennedy. Porém, a House Select Committee on Assassinations, em 1979, concluiu que embora Oswald tivesse sido o autor dos disparos, o assassínio do presidente Kennedy poderia tratar-se de uma conspiração. No entanto, esta entidade não foi capaz de identificar qualquer indivíduo ou organização que pudesse estar envolvida, e o caso acabou por ser encerrado.

A comissão Warren fez vistas grossas a assassinatos que ocorreram na cidade de Dallas no mesmo dia em que mataram John Fitzgerald Kennedy. A polícia recebeu uma denúncia de um possível atentado contra o presidente horas antes, mas não deu atenção. Além disso, pessoas que estavam perto do carro do presidente na hora dos disparos afirmaram que ouviram tiros vindo de trás de uma cerca feitos por homens de preto. Essas testemunhas, no entanto, foram alertadas por policiais a não deporem, pois isso as comprometeria.


Lee Osvald segurando a arma do crime

Outro ponto polêmico é sobre a arma que foi deixada por Lee Harvey Oswald no prédio de onde a comissão julgou terem vindo os disparos: era uma arma italiana da segunda guerra, que precisaria no mínimo de quatro segundos para dar um tiro seguido de outro: como as imagens mostram que o presidente recebeu os dois disparos mais um outro que acertou o governador do Texas em menos de dez segundos, o uso de somente esta arma na execução do crime seria descartado. E, finalmente, havia uma árvore entre a posição onde estaria Lee Oswald no momento do assassinato e Kennedy, o que torna o feito ainda mais "extraordinário". 

Lee, na sua infância, foi uma criança problemática, com dificuldades no estudo (havendo suspeitas de que ele tenha sido disléxico). Apesar disso, era um leitor voraz e autodidata. A suas leituras fizeram dele um comunista convicto. No momento do crime, encontrava-se desempregado. Oswald serviu no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos.

Lee Harvey Oswald foi assassinado dois dias após o crime por Jack Ruby, gerente de casas de prostituição com ligações com a máfia, de origem judaica e militante do Partido Democrata. O assassinato ocorreu num prédio público de Dallas, durante a transferência de Oswald para uma outra prisão. Foi o primeiro assassinato transmitido ao vivo na História, e causou grande comoção nacional. 

Jack Ruby alegou razões passionais para cometer o crime, e diz que pensou que seria visto como herói nacional. De fato, jornalistas e testemunhas presentes à cena do crime aplaudiram quando ficaram sabendo que Oswald tinha sido baleado. Mas Ruby foi condenado à pena capital. No entanto, nunca chegou a ser executado: morreu em 1969, vítima de cancro, enquanto esperava pela sua execução. 

Até hoje não há qualquer evidência de que Ruby tenha feito parte de uma conspiração e ao que tudo indica, agiu sozinho (exatamente como Oswald, segundo algumas versões dos fatos). Ruby sempre foi visto por familiares, empregados e amigos como emocionalmente instável e mentalmente insano.

Lee Harvey Oswald encontra-se enterrado no cemitério de Fort Worth, Texas, ao lado da sua mãe (que faleceu em 1981). Chegou a ser exumado da sua cova, quando alguns investigadores e a imprensa duvidaram que a pessoa enterrada ali fosse, de fato, Oswald. Mas exames comprovaram, sem margem de dúvida que quem estava sepultado ali era, de fato, Lee Harvey Oswald.

Investigações Oficiais

Polícia de Dallas

Depois da detenção de Oswald e da recolha de provas físicas na cena do crime, às 22.30 CST 22 de Novembro (04:30 UTC 23 de Novembro) é ordenado ao Chefe da Polícia de Dallas, Jesse Curry, por gente de Washington, segundo as suas próprias palavras, enviar todo o material para o quartel-geral do FBI.

Investigação do FBI

O FBI foi a primeira autoridade a completar uma investigação oficial. Em 9 de Dezembro de 1963, apenas 17 dias depois do crime, o relatório do FBI foi entregue à Comissão Warren. O texto afirmava que somente três disparos foram realizados; o primeiro atingiu o presidente Kennedy, o segundo o governador Connally, e o terceiro a cabeça do presidente, matando-o. O FBI estabeleceu que Lee Harvey Oswald fora o autor dos três disparos.

A Comissão Warren (nome oficial The President's Commission on the Assassination of President Kennedy), foi estabelecida em 29 de Novembro de 1963 pelo presidente dos Estados Unidos da América Lyndon B. Johnson para investigar o assassinato do presidente John F. Kennedy.

A Comissão recebeu o nome do seu presidente, Earl Warren, magistrado e presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos da América. Os restantes membros foram:

• Congressista Hale Boggs, democrata - (Luisiana)
• Senador John Sherman Cooper, republicano - (Kentucky)
• Ex-diretor da CIA, Allen Dulles
• Congressista Gerald Ford, republicano - (Michigan), futuro Vice-presidente e Presidente dos Estados Unidos
• Ex-presidente do Banco Mundial John J. McCloy
• Senador Richard Russell Jr, democrata - (Geórgia) 

Conclusões da comissão

As conclusões da Comissão Warren resumem-se no seguinte:

1. Os disparos foram feitos a partir de uma janela do sexto piso do Texas School Book Depository
2. Só se realizaram três disparos
3. A mesma bala que feriu o presidente no pescoço atingiu também o governador Connally
4. Os disparos foram feitos por Lee Harvey Oswald
5. Oswald assassinou um polícia 45 minutos depois do ataque ao presidente
6. Oswald resistiu à prisão tentando disparar contra outro polícia
7. O tratamento dado a Oswald pela polícia foi correto, excepto na permissividade que mostrou no acesso da imprensa ao acusado e que foi contraproducente
8. O assassinato de Oswald por Jack Ruby foi realizado sem apoio de ninguém da polícia e critica-se a este corpo pela decisão de trasladar o acusado para a prisão à vista do público
9. Não houve conspiração nem de Oswald nem de Ruby nos factos que se investigam
10. Nenhum agente do governo esteve envolvido em qualquer conspiração relativa aos crimes
11. Oswald atuou isolado, sem qualquer apoio para assassinar o presidente, e a sua única motivação era pessoal
12. Os Serviços Secretos, encarregues da proteção ao presidente, não atualizaram os seus procedimentos de acordo com as novas necessidades de movimento do presidente, pelo que as devem rever
A conspiração

Howard Hunt, membro importante da CIA, confessou no seu leito de morte a autêntica trama que envolve este magnicídio.

Segundo Hunt, Lyndon B. Johnson, o 36º presidente dos Estados Unidos, foi o autor intelectual do assassinato, ansioso de conseguir o poder após dois anos como vice-presidente e vendo como as possibilidades de suceder a Kennedy se desvaneciam. O assassinato foi planejado por certos agentes da CIA que estariam contra Kennedy, como o próprio Hunt ou Cord Meyer, cuja esposa tinha alegadamente um namorico com o então presidente. O francoatirador seria um assassino pago pela CIA proveniente da máfia corsa apelidado Luciano Sarti.

Outros protagonistas

• J.D. Tippit: Polícia de Dallas assassinado por Oswald no bairro de Oak Cliff depois do atentado.
• Capitão W. Fritz: Capitão da Polícia de Dallas encarregado da investigação.Foto de Fritz
• Jack Rubenstein: empresário de salas de baile e assassino de Oswald. Jack Ruby era já conhecido pelas autoridades em 1947 quando serviu de testemunha a Richard Nixon durante a caça às bruxas mcarthista. (Ver documento do FBI que o prova). Este documento do FBI de 1947 recomenda que um individuo chamado Jack Rubenstein não deveria ser chamado a declarar perante o Comité de atividades anti-norte-americanas já que trabalhava para o Congressista Richard Nixon (citação textual: one Jack Rubenstein of Chicago should not be called to testify for the Committee on Unamerican Activities, for he is working for Congressman Richard M. Nixon). De acordo com a Comissão Warren, Ruby teria ligações com Oswald, a máfia ou políticos dos EUA.
• Lyndon B. Johnson: à altura vice-presidente dos Estados Unidos da América
• Jim Garrison: procurador de Nova Orleãs. Em 1967 faria uma investigação sobre uma possível conspiração para assassinar Kennedy.
• James Files: Recentemente este indivíduo se auto-declarou ter sido ele quem disparou por entre o montinho de relva

Semelhanças com outras mortes presidenciais no cargo

Os presidentes dos EUA eleitos em intervalos de 20 anos e comenzando em 1840 com William Henry Harrison, morreram desempenhando o cargo (Harrison em 1840, Lincoln em 1860, Garfield em 1880, McKinley em 1900, Harding em 1920, Roosevelt em 1945). O assassinato de John F. Kennedy continuou este padrão. A tentativa de assassinar Ronald Reagan que, eleito em 1980, sobreviveu a um disparo em Março de 1981, foi a excepção. Este padrão de mortes presidenciais é conhecido como a Maldição de Tecumseh.

Depois do assassinato de JFK, criaram-se muitas semelhanças com o de Abraham Lincoln.

Fotos da autópsia 



Kennedy visto de frente mostrando a saída do projétil em seu pescoço(ou da traqueostomia feita para tentar salvá-lo dos disparos de seus covardes algozes).




A foto mais brutal. Mostra a cabeça esfacelada de JFK e desmonta a teoria do Relatório Warren, que fala sobre "um único assassino: Lee Harvey Oswald"(sic). A foto mostra claramente que Kennedy foi atingido frontalmente, da direita para a esquerda, por um atirador jamais identificado e que estava junto ao arvoredo por onde a Comitiva Presidencial passava naquele fatídico 22 de novembro de 1963. O filme de Zappruder, mostra claramente. também, a cabeça do presidente impulsionada para trás, após este disparo, que causou a morte de JFK, haja vista que ocasionou perda de massa cerebral. O disparo que ele recebeu por trás(certamente de Oswald, que estava no prédio) não ocasionou a morte do presidente.






Veja no vídeo abaixo o exato momento que JFK foi baleado:




Veja neste outro vídeo logo abaixo o exato momento Lee Osvald é atingido na barriga dentro do prédio da polícia de Dallas:




Fonte:

Nenhum comentário