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2 Armas de Bonnie e Clyde leiloadas por 504 mil dólares

Duas armas que pertenceram ao famoso casal de assaltantes de bancos Bonnie Parker e Clyde Barrow foram leiloadas em 2012 por 504 mil dólares nos Estados Unidos.

As armas - dentre outras que pertenceram ao casal - era um revólver Colt Detective Special em calibre 38 que pertencia a Bonnie foi arrematado por 264 mil dólares enquanto a pistola 1911 Army Colt em calibre 45 ACP foi arrematada por 240 mil dólares.

O casal aterrorizou o meio-oeste dos Estados Unidos na década de 1930 e tombou cravejado de balas pela polícia em 23 de maio de 1934.




O leilão foi organizado pela empresa "leilões RR Auction" no estado Americano de New Hampshire e Cerca de de dois terços dos itens leiloados eram de Bonnie e Clyde, mas também havia peças de outros criminosos notórios, incluindo Al Capone, Pretty Boy Floyd e John Dillinger. 

Curiosamente, também havia lotes de objetos que pertenceram a autoridades policiais, entre os quais Elliot Ness e Frank Hamer, que participaram da emboscada ao casal.

Em 1967 (e posteriormente) Bonnie e Clyde tiveram suas vidas retratadas em um filme que ganhou dois Oscars e foram estrelados por Fave Dunaway (Bonnie) e Warren Beatty (Clyde)





Carro que Bonnie e Clyde estavam durante a emboscada que vitimou o casal.





Possivelmente o casal de criminosos mais romantizado na história americana, Bonnie Parker e Clyde Barrow eram dois jovens do Texas condenados por impulsivos crimes nos anos 1930. O casal era o maior sinônimo da era Depression Chic, marcada por um tempo em que mulheres "mascavam" cigarros e portavam rifles automáticos, homens roubavam bancos e dirigiam carros conversíveis e a vida era vivida com pressa, porque seria curta.

Abaixo, 13 curiosidades que, provavelmente, você não sabia sobre os pombinhos.




01. Bonnie morreu usando uma aliança de casamento - mas não era de Clyde.

Seis dias antes de fazer 16 anos, Bonnie se casou com o namorado do colégio, Roy Thornton (foto acima). O casamento durou apenas alguns meses, e Bonnie nunca mais viu o marido depois de ser presa por roubo em 1929. Logo depois, Bonnie conheceu Clyde e, por mais que o casal tenha se apaixonado, ela nunca se divorciou de Thornton. No dia em que Bonnie e Clyde foram mortos, em 1934, ela ainda usava sua aliança de casamento, gravada com dois corações, um com o nome Bonnie e outro com o nome Roy.




02. Bonnie e Clyde eram ambos baixinhos.

Bonnie tinha cerca de 1,50m e Clyde 1,63m em tempos que a altura média para mulheres e homens estava entre 1,60m e 1,73m respectivamente.



03. Bonnie foi uma honrada estudante e poetisa.

Durante os dias de colégio, Bonnie foi tida como uma grande escritora e criativa, além de ótima poetiza. Enquanto estava presa, em 1932, depois que o assalto na loja de ferragens deu errado, ela escreveu uma coleção de 10 poemas que ela intitulou de "Poesias do outro lado", que incluía o poema "História de Sal, Suicida", um poema sobre uma menina de pais inocentes, atraída pelo namorado para a vida no crime. Duas semanas antes de sua morte, Bonnie entregou o poema para sua mãe, intitulado "O fim do Caminho", que terminava com o verso:

"Algum dia eles serão enterrados juntos,
E eles serão enterrados lado a lado,
para alguns será o luto,
para outros será um alívio,
Mas é morte para Bonnie e Clyde."




04. Bonnie não fumava charutos.

A imagem mais famosa de Bonnie a mostra segurando uma pistola, com o pé em cima do pára-choque de um Ford e um charuto preso em sua boca. Isso claramente fez parte de uma coleção de fotografias claramente feitas para própria diversão do casal. Essas fotos foram encontradas em um filme não revelado, abandonado em Missouri, esconderijo da dupla quando a polícia invadiu sua casa. Em uma foto, Bonnie aponta um rifle para Clyde; outra mostra Clyde beijando Bonnie de forma exagerada, como uma cena de cinema. Estas fotos, assim como o poema citado acima, foram encontrados no esconderijo e, foram em grande parte, responsáveis por moldar a fama do casal. Jornais de todo pais reproduziram a imagem dos charutos. Todas as evidências mostram, no entanto, que Bonnie era fumante de cigarros, assim como Clyde (e Camelos parecia ser sua marca favorita). A imagem mítica de Bonnie não passa de uma imagem. Por outro lado, Bonnie gostava muito de beber uísque, e várias testemunhas lembram-se de Bonnie em algum momento bêbada. Clyde se esquivava do álcool porque sentia que era importante estar sempre em alerta em caso de uma fuga rápida.




05. A Marinha rejeitou Clyde.

Quando adolescente, Clyde tentou se alistar na Marinha dos Estados Unidos, mas os efeitos persistentes de uma doença de infância, possivelmente a malária ou febre amarela, resultou em uma rejeição médica pela Marinha. Foi um duro para Clyde, que já tinha tatuado "USN" em seu braço esquerdo.



06. A primeira prisão de Clyde foi por conta de um carro alugado.

A primeira vez que foi preso, em 1926, por roubo de automóvel depois de não conseguir devolver um carro que ele tinha alugado em Dallas para visitar uma namorada do colegial que morava longe. A agência de aluguel de carros retirou as acusações, mas o incidente permaneceu no registro de prisão de Clyde. Apenas três semanas depois ele foi preso novamente ao lado de seu irmão mais velho, Ivan "Buck" Barrow, por um crime ainda mais ridículo, a posse de um caminhão com pneus roubados.




07. Os assaltos a bancos não eram a especialidade do casal.

Apesar de muitas vezes descritos como grandes assaltantes de bancos, Bonnie e Clyde faziam muito mais roubos em postos de gasolina e mercearias de estrada do que em bancos. Muitas vezes os seus saques totalizaram apenas 5 ou 10 dólares.




08. Clyde cortou dois de seus dedos do pé na prisão

Enquanto cumpria sua sentença de 14 anos em uma prisão do Texas por roubo e furto de automóveis em janeiro de 1932, Clyde já não suportava mais o trabalho implacável e as condições brutais da conhecida Eastham Prision Farma. Na esperança de forçar uma transferência para uma penitenciária menos dura, Clyde cortou o seu dedão do pé esquerdo e uma porção do segundo dedo também com um machado. A automutilação incapacitou Clyde de andar e usar sapatos durante muito tempo. Cerca de seis dias depois ele foi posto em liberdade condicional.



09. Bonnie e Clyde eram muito próximos a sua família, mesmo sempre na estrada.

Na verdade, foi o comportamento padrão de sempre visitar a família que ajudou a equipe do Texas Rangers e deputados a emboscarem e matarem o casal.




10. Um acidente de carro prejudicou o movimento da perna de Bonnie.

Na noite de 10 de junho de 1933, Clyde, com Bonnie no banco do passageiro, estava em alta velocidade ao longo de uma estrada rural no Norte do Texas. A velocidade era tanta que rapidamente Clyde perdeu o sinal de desvio em uma ponte em construção. O Ford V-8 do casal destruiu uma barricada e flutuou antes de cair em um rio seco. O ácido escaldante derramado da bateria do carro esmagou e queimou gravemente a perna direita de Bonnie, corroendo sua carne e osso em alguns lugares. Como resultado das queimaduras de terceiro grau, Bonnie mancou para o resto de sua vida. Ela tinha tanta dificuldade para caminhar que às vezes pulava ou, quando necessário, era carregada por CLyde.




11. Tentaram roubar partes dos corpos na cena de morte de Bonnie e Clyde.

Em 23 de Maio de 1934, um bando de homens, liderado pelo ex-capitão Ranger, do Texas Frank Hamer, emboscou Bonnie e Clyde. No ataque mais de 130 tiros foram feitos no carro V-8 do casal, em Sailes, Louisiana. Ainda com cheiro de balar no ar e com os corpos dos bandidos caídos no banco da frente, alguns do envolvidos tentaram extrair lembranças macabras dos corpos de Bonnie e Clyde. Segundo o livro de Jeff Guinn "Go Down Together", um homem tentou cortar a orelha de Clyde com uma faca de bolso enquanto outro tentava cortar o dedo do gatilho antes que algum oficial intervisse. Uma pessoa no meio da multidão conseguiu cortar mechas do cabelo e faixas do vestido ensaguentado de Bonnie.



12. O carro baleado do casal está em exibição em um cassino.

Após a emboscada de Bonnie e Clyde, um xerife de Louisiana, membro do grupo de homens que encurralaram o casal, reivindicou que o Ford V-8 do casal, ainda coberto de sangue, fosse dele. Um juiz federal, no entanto, decidiu que o automóvel roubado por Bonnie e Clyde fosse devolvido ao antigo proprietário, Ruth Warren, uma moradora de Topeka, no Kansas. Pouco tempo depois, Warren vendeu o carro para Charles Stanley, um professor anticrime que visitou feiras com o "carro da morte" e as mães de Bonnie e Clyde como se fossem atrações de circo. Ainda com os buracos de bala, o carro é agora atração no loby do Casino de Whiskey Pete em Primm, Nevada, uma pequena cidade turística na fronteira da Califórnia, muito próxima do sul de Las Vegas.



Lápide de Clyde e Buck Barrow.


13. Bonnie e Clyde foram enterrados separadamente.

Mesmo que o desejo da dupla tenha sido claro, eles não foram enterrados juntos. A mãe de Bonnie, que desaprovava o seu relacionamento com Clyde, enterrou a filha em um cemitério em Dallas. Clyde foi enterrado ao lado de seu irmão, Marvin, debaixo de uma lápide escrita: "Gone but not forgotten."


Lápide de Bonnie.


Parte dessa matéria é uma tradução da publicação originalmente feita em vintag.es| via


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