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O que é o termo Estratégia da Tensão?

O que é o termo Estratégia da Tensão?

Estratégia da tensão é um termo genérico aplicável a um complexo de ações engendradas por membros de facções filiadas pela Ideologia a “Casos Políticos” que queiram estabelecer essa chamada nova ordem de tensão.
Nem sempre sendo de uma chamada elite nacional e/ou global, podendo ser de origem estranha ao Estado e/ou a Constituição vigente. Visando sempre a múltiplos alvos, mas sempre de origem e com o objetivo de criar insegurança e desestabilização psicológica, social ou politicamente uma população, uma região ou um Estado e de modo a criar uma opinião pública favorável à instauração de um Estado policial e ambiente de extremo Terrorismo.
Seus instrumentos são ilegais, incluindo frequentemente meios violentos, como ataques terroristas, como exemplo temos o Caso de 11 de Setembro de 2001 ocorrido nos Estados Unidos.
Os assassinatos, sequestros, operações paramilitares , guerra psicológica, extorsão, incitação a Motim e disseminação de boatos por agentes provocadores, infiltrados, nem sempre do governo constituído, sendo a maior parte dessa prática com origem em oposição, mais que situação, segundo relatórios de Inteligência e/ou Interpol. Os executores poderão ou não ser membros dos serviços secretos do Estado ou organizações afiliadas.
Embora ainda haja um certo ceticismo quanto à existência de tal estratégia, há casos provados, na história recente, notadamente quanto à realização de operações false flag(« falsa bandeira»), caracterizando a Estratégia de tensão (Terrorismo). Sendo nos dias de hoje estudado como fenômeno identificado já na Segunda Guerra Mundial, como de Guerra total. sendo o caso, por exemplo, de atentados a princípio atribuídos a organizações de extrema esquerda. Posteriormente, indícios, documentos e provas mostraram conexões entre os executores materiais desses atos – geralmente indivíduos ligados a organizações políticas de direita ou extrema direita – e os serviços secretos e vice – versa, de quase todos os países da OTAN ou mesmo de Estados neutros, como a Suíça, bem como estranhos a esses, devendo ser exaustivamente estudados.


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