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Mentiram para Mim Sobre o Desarmamento - Flavio Quintela e Benê Barbosa

Mentiram para Mim Sobre o Desarmamento

Depois do sucesso de Mentiram (e muito) para mim, Flavio Quintela faz uma parceria de peso com Bene Barbosa para compor esta excepcional obra, que deixa as mentiras sobre o desarmamento de civis nuas no meio da sala. Aos que já conhecem o assunto, o livro oferece ótimas referências e informações precisas aos que não têm opinião formada, ou àqueles cujo conhecimento é restrito à mídia e às campanhas do governo, o livro é um ponto de inflexão, um divisor de águas, com sua clareza e assertividade.

Com uma linguagem direta e um ritmo agradável, Mentiram para mim sobre o desarmamento é leitura mais que necessária para todos os que defendem as liberdades inegociáveis dos indivíduos. Numa época de recrudescimento de tantos regimes totalitários, é uma mensagem imprescindível e um alerta essencial.




Um livro conciso, breve, que expõe os principais argumentos a favor do porte de armas da população. É um mini-manual certeiro para quem quer debater o tema. E refuta através de estatísticas e argumentos sólidos as políticas públicas contra o uso de armas fogo, de forma legal.

É um posicionamento que defende, a priori, a liberdade individual. Se o estado não consegue proteger e resolver a grande maioria dos crimes, como acontece no Brasil, por que a população deveria acreditar que esse mesmo estado sanaria o problema? Assim, uma saída viável seria o cidadão de bem possuir uma arma, e ter o seu direito garantido, de forma legal, de legítima defesa.

A imprensa é a primeira a jogar a favor do desarmamento. Em programas de televisão, rádios, há uma disseminação contrária ao uso de armas pela população. Assim, a grande massa passa a pensar de forma negativa em relação ao tema. De modo que, desfavorecem o debate público para desinformar a população os benefícios do uso de armas.

Outro fator recorrente, que é historicamente comprovado, é quando um governo totalitário entra no poder, uma das primeiras iniciativas é desarmar a população. Assim, o governo poderá se perpetuar no poder, sem ter nenhum tipo de milícia por parte da população.

Estatísticas são de fato muito importantes para estabelecer um posicionamento sobre quaisquer temas. No livro são mostrados alguns índices sobre o porte de armas e, sobretudo, o principal motivo para armar o cidadão de bem: o país que tem menor restrição a elas, a violência diminui.

Após a leitura, o livro cumpre o seu papel ao desmascarar as mentiras ou meias verdades que a imprensa dissemina para a população. De modo que o papel de desinformação da mídia está aliado aos interesses do governo federal, eis o ponto chave. O governo, portanto, não quer incentivar o pensamento individual, a formação do indivíduo. Na verdade eles querem que a população aclame por mais estado, e assim, o governo terá mais controle (poder) total sobre elas. Enfim, mais estado, menos indivíduos, e mais violência.


Um verdadeiro balde de água fria para os desarmamentistas. 

Livro fácil de ler, com muita informação. É excelente para quem está iniciando seus estudos no assunto.


Os autores foram ótimos na estruturação da obra. Cada capítulo se propõe a refutar um argumento dos desarmamentistas, desmontando uma a uma as grandes mentiras propagadas principalmente pela mídia brasileira:


"O governo quer desarmar as pessoas porque se preocupa com elas"

"Países desarmados são mais seguros"

"O desarmamento tem diminuído a criminalidade no Brasil" (etc.)





Entrevista de Nando Moura com Benê Barbosa






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