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Cães de Guerra – Animais explodiram a Divisão Panzer

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Até os cachorros deram sua valorosa contribuição. Alguns tiveram sua história registrada para a posteridade ao praticar atos heroicos – como desarmar bombas, farejar inimigos e salvar a vida de soldados. Desde então os EUA usam cachorros como uma espécie de força auxiliar dos soldados. Segundo a revista Foreign Policy, as Forças Armadas americanas empregam hoje 28 mil cães em suas unidades. O cão Chips, cruzamento de husky e collie que atuou como sentinela na Sicília, na Itália, entre 1942 e 1944, chegou a ser condecorado com a medalha Estrela de Prata por “eliminar um ninho de metralhadoras e render seus operadores” em 1944. Por causa da façanha, Chips foi levado à presença do presidente americano Dwight Eisenhower e do premiê britânico Winston Churchill.
A Marinha Real Britânica deve muito a Judy, uma cadela que acompanhava seus navios. Ela ficou famosa por ajudar os náufragos do HMS Grasshopper, bombardeado pelos japoneses na Indonésia. Foi o único animal feito prisioneiro pelo Exército japonês durante o conflito. Outro cão herói foi o yorkshire terrier Smoky, que serviu com a Força Aérea americana, tendo participado de mais de 12 missões.
Ameaçados pela Divisão Panzer, dos tanques alemães, os militares da extinta URSS usaram 40 mil “cães suicidas” para conter o avanço do inimigo. Com bombas presas a seus corpos, os animais se explodiam em contato com os tanques. Outros eram usados em missões de comunicação. Para evitar interceptações nas transmissões de rádio, americanos e britânicos usavam cães yorkshire para levar bilhetes e ordens por túneis nos quais só eles eram capazes de passar. Depois usaram “cães de ligação”, que, além de transportar mensagens na coleira, levavam um pombo-correio no colete para a resposta.
A ONG Animal Aid, da Inglaterra, inaugurou em 2010 o monumento Animals in War Memorial, em Londres, para homenagear os bichos-heróis.

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