Header Ads

ad

8 fatos fascinantes sobre o exército romano antigo

A história do exército romano descreve as principais transformações cronológicas da organização e constituição das forças armadas da Roma Antiga, as quais foram qualificadas como “a instituição militar mais efetiva e duradoura conhecida da história”. Das suas origens, por volta de 800 a.C. até a queda do Império Romano do Ocidente em 476 a.C., a estrutura militar romana atravessou várias mudanças estruturais de grande envergadura.
E quem de vocês nunca viu filmes ou escutou história sobre o exército romano? Vocês já devem ter visto várias matérias sobre a Roma Antiga, e hoje nós trouxemos 8 fatos fascinantes sobre o exército romano antigo, confiram:

1 – Sazonalidade e guerra

07
Os desafios logísticos dos romanos para conduzir uma guerra significava que eles teriam problemas entre plantar e colher. Roma tinha uma economia baseada na agricultura, e o movimento das tropas durante o inverno era exigida. Se uma guerra não tinha acabado durante o verão, os soldados ficavam esperando o inverno passar. Alguns solados achavam algumas coisas para fazer durante essa espera, como caçar, por exemplo. A primeira guerra registrada no inverno pelos romanos ocorreu em 396 a.C., durante o cerco da cidade etrusca de Veii.

2 – Dizimação

6.1
Motim das tropas sempre foi um problema em potencial de generais romanos, e havia muitas políticas para desencorajar esse tipo de comportamento. O castigo para dizimação foi sem dúvida o mais temido e eficaz. Ele envolveu o espancamento ou apedrejamento até a morte de vários homens onde o motim ocorreu. As vítimas eram escolhidas por sorteios pelos próprios colegas. Sempre que um grupo dentro do exército estava planejando um motim, a perspectiva de dizimação os fazia pensar duas vezes e eles eram susceptíveis de serem relatados pelos próprios colegas.

3 – As táticas de guerras

06-1
Sempre que uma cidade estava cercada, uma unidade especial do exército era enviado à frente para cercar o assentamento e evitar que alguém escapasse. Um acampamento fortificado era estabelecido em torno da área, de preferência em terreno alto e fora do alcance das catapultas. A catapulta foi uma das armas de cerco mais intimidantes. Segundo algumas histórias, quando um soldado era atingido por uma catapulta, sua cabeça era arrancada e parte do seu crânio era arremessada para muito longe. E isso acontecia onde a pedra da catapulta pegasse, pedaços dos soldados se espalhavam para todos os lados.

4 – Cavando túneis

004
Cavar túneis era fundamental para fazer um cerco. O fracasso ou sucesso de muitos cercos foram decididos pela forma com que os romanos foram capazes de romper as muralhas defensivas, cavando túneis em baixo de cada cidade ou edifício em questão. Essa foi uma tática eficaz, e tornou-se amplamente conhecida pelos inimigos romanos. Durante algumas guerras, os romanos estavam tentando cavar um túnel para romper as defesas da cidade, mas os habitantes da cidades colocavam animais selvagens perigosos dentro dos túneis, incluindo ursos e abelhas.

5 – Capacetes decorados

003
De acordo com alguns escritores antigos, os capacetes do exército romano tinha outros benefícios além da proteção. Os enfeites em cima dos capacetes tinha um impacto psicológico sobre os inimigos, pois faziam os soldados romanos olharem mais intimidante. O uso de capacete com decoração para intimidar inimigos foi amplamente praticada pela maioria das culturas. Mas o enfeite dos romanos, um círculo de penas, faziam com que eles “olhassem mais alto” do que eles realmente eram. Isso faz sentido pelo fato de que muitos inimigos, especialmente na Europa Central, eram muito mais altos e mais robustos do que os romanos.

6 – O processo de tomadas de decisões

2
Durante os tempos da República Romana, apenas o senado era considerada a entidade governamental que incorporava a vontade dos cidadãos romanos tinha o direito de declarar a guerra. Como Roma expandiu e o poder de seus governantes ficou maior, algumas guerras foram declaradas por generais romanos sem a aprovação de senatorial.
Um exemplo disso foi a guerra contra Mithridates de Pintus, que foi declarada em 89 a.C. pelo cônsul geral Mânio Aquílio sem qualquer envolvimento do senado. Na teoria isso era ilegal, mas na prática, pouca coisa o senado poderia fazer. Quando Roma se tornou um império, a decisão de ir para a guerra se tornou responsabilidade apenas do imperador.

7 – Fertials

002
Roma tinha sacerdotes especializados chamados fetials, cuja única obrigação era executar os rituais envolvidos em ir para a guerra e fazer tratados. O último passo no ritual de declarar guerra era atirar uma lança no território inimigo. No início do século III a.C., Roma havia se expandido significativamente, cobrindo quase toda a península italiana do Vale do do Pó. Atirar uma lança em território inimigo já não era procedimento conveniente para declarar guerra, pois as fronteiras de Roma tinham ido longe demais para os fetials completarem o ritual.

8 – Espada dos gladiadores (gladius hispaniensis)

001
A espada curta padrão usada pelo exército romano era conhecida como gladius hispaniensis, e foi desenvolvida na Península Ibérica. A sua eficácia letal e praticidade foram proverbial. De acordo com Tito Lívio (História de Roma, 31.34), quando os romanos lutaram contra Filipe V durante a Guerra da Macedônia (200-196 A.C.), os macedônios ficaram chocados com os efeitos da espada romana.

Fonte:

Nenhum comentário