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Expedição Punitiva

Uma expedição punitiva é uma operação militar empreendida para punir um Estado ou qualquer grupo de pessoas. 


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Cartum por Clifford Berryman reflete atitudes americanas sobre a expedição Pancho Villa


Normalmente é realizada em resposta ao comportamento desobediente ou moralmente errado percebido, seja como retaliação ou para aplicar pressão diplomática forte sem uma declaração formal de guerra. Mais comumente, no século XIX, expedições punitivas foram usadas como pretexto para aventuras coloniais que resultaram em anexações, mudanças de regime ou mudanças nas políticas do Estado afetado para favorecer uma ou mais potências coloniais.





Charge mostrando Villa castigando a reação ianque

A Expedição Pancho Villa (oficialmente conhecida nos Estados Unidos como o Expedição Mexicana) e às vezes coloquialmente referida como Expedição Punitiva, foi uma operação militar conduzida pelo Exército dos Estados Unidos contra as forças paramilitares de Francisco "Pancho" Villa entre 1916-1917 no México. A expedição foi em retaliação da incursão ilegal de Villa nos Estados Unidos e o ataque à aldeia de Columbus em condado de Luna, Novo México durante a Revolução Mexicana. Assim, em 14 de março de 1916, o exército norte-americano envia uma expedição militar para capturar Francisco Villa vivo ou morto e pôr um fim a qualquer incursões futuras por suas forças paramilitares em solo americano.


A Terceira Intervenção dos Estados Unidos no México com o envio de 10 000 tropas, era comandada pelo general John J. Pershing, e embora não seja bem sucedida em capturar e punir Villa foi considerada uma preparação militar e um teste para um futuro envolvimento dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial. A expedição terminou em 7 de fevereiro de 1917.




Foto da Expedição Punitiva na captura de Pancho Villa





Placa de bronze originária do Benin em exposição no Museu Britânico.

Expedição punitiva de Benin também conhecida como Expedição punitiva de 1897 foi uma missão militar conduzida pelas forças britânicas, que contou com 1 200 homens sob o comando do almirante Sir Rawson Harry que investiu contra a cidade de Benin City, a capital do Império do Benim. A campanha durou 17 dias e o controle total do reino de Benin foi assumido pelas forças invasoras.


Houve confiscou de despojos de guerra para cobrir as despesas da expedição. Esculturas em bronze fazem parte da seção africana do Museu de Londres.


A expedição inglesa foi um ato de força ditada por ambições colonialistas. A Nigéria Colonial (1800-1960) nasceu no território antes controlado pelo reino de Benin.


Expedição punitiva ao Benim de 1897
Membros da expedição punitiva ao Benim de 1897 no Benim posam diante de objetos pilhados



Expedição punitiva ao Benim de 1897
Parte dos aposentos reais incendiada após o cerco de Benin-City. Nesta foto vemos três oficiais britânicos da Expedição Punitiva com diversas peças de bronze e marfim espalhados pelo chão. Fotografia de Reginald Granville (Pitt Rivers Museum, Oxford)



A respeito da Expedição Punitiva,em seu livro "Intervention in International Law" (1921), Ellery Cory  Stowell fornece a seguinte definição:

Quando a soberania territorial é muito fraca ou não está disposta a fazer respeito ao direito internacional, um Estado que está injustiçado pode achar que é necessário invadir o território e castigar os indivíduos que violam os seus direitos e ameaçam a sua segurança. 



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